sábado, setembro 08, 2007

O nó do silêncio arde no olhar, negro céu de noite, que confronta a consciência. Descontrolada. Devorada. Mordida. Rasgada. Dracena rastejante. Entre quatro paredes o mundo é uma drágea. Dúvida. Raiva. Choro. Lamúrias. Suplicas à beira do abismo. Das escolhas antigas, a serpente no arco-íris acorrenta o inferno: são teus os meus segredos desvendados.

4 Comments:

Blogger Poesia Sim said...

Belo!

6:15 PM  
Blogger douglas D. said...

titia...

12:15 AM  
Blogger douglas D. said...

a ausência das tuas imagens
inquieta.

5:07 PM  
Blogger douglas D. said...

fome...muita fome.

2:49 AM  

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